
Este é um almanaque autogestionário. É um espaço de informações, análises e divulgação da AUTOGESTÃO. Se pretende, de forma objetiva, interagir em torno do cotidiano, de modo a identificar práticas, ambientes e símbolos que potencializam e fazem forte a AUTOGESTÃO. Sejam benvindos e benvindas!
sábado, 30 de junho de 2007
sexta-feira, 29 de junho de 2007
quarta-feira, 27 de junho de 2007
terça-feira, 26 de junho de 2007
domingo, 24 de junho de 2007
Thank you!
My brother, my sister...
Thank you very much for your visit!
This is your blog... And we are friends!
Ângelo Cavalcante
angelocavalcante@yahoo.com.br
São Paulo/Brasil
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São Paulo/Brasil
sábado, 23 de junho de 2007
quinta-feira, 21 de junho de 2007
Manoel da Conceição

Manoel da Conceição é um dos homens mais fabulosos que já conheci.
Traz nos olhos a vivacidade de um sonho acabado de nascer, na simplicidade da fala, um eterno convite para um mundo de justiças e o essencial, em sua história, as marcas pulsantes deste fazedor de teimosias por um Brasil possível.
Manoel da Conceição soube, desde cedo, lutar e fazer a luta de forma diferente: com determinação, belezas e imenso amor a vida. Fora vítima dos horrores da ditadura brasileira, perdeu sua perna, contudo, jamais se curvou ao medo e ao latifundio que enviesa a história brasileira.
De forma singela, mas pura e verdadeira, presto homenagem a este imenso líder.
Ângelo Cavalcante
"Minha perna é minha classe". (Manoel da Conceição)
Conheça mais do pensamento de Manoel da Conceição: http://www.agenciacartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=12822
quarta-feira, 20 de junho de 2007
terça-feira, 19 de junho de 2007
BOTINADA
25 de junho, 2a. feira, 19h.
Auditório Banespa - Biblioteca Nadir Kfoury
Uma história de várias histórias!
Marcadores:
Por: Blog Autogestão na Cabeça
segunda-feira, 18 de junho de 2007
sexta-feira, 8 de junho de 2007
quarta-feira, 6 de junho de 2007
Protesto
segunda-feira, 4 de junho de 2007
Dez anos sem Chico Science

Dez anos atrás, um acidente automobilístico tirava a vida de Chico Science, o músico que promoveu a fusão entre maracatu e rock e, com isso, agitou o cenário artístico do Recife, dando origem ao movimento que ficou conhecido como Mangue Beat – numa referência aos próprios mangues, abundantes na cidade.Ao aliar a batida forte de tambores com o som distorcido de guitarras elétricas, Science criou um gênero musical que conquistaria admiradores pelo Brasil afora e também no exterior, onde ele e sua banda, a Nação Zumbi, realizaram algumas turnês. Com letras ao mesmo tempo bem-humoradas e recheadas de crítica social, ele influenciou não só músicos, como artistas de outras áreas.Além de colocar, na década de 1990, a capital pernambucana na vanguarda da produção musical, o Mangue Beat teve o mérito de despertar a auto-estima da juventude da periferia, ao valorizar as manifestações artísticas de grupos locais e tradicionais.
Corria o segundo semestre de 1992 quando um release com um título estranho – "Caranguejos com cérebro" – chegou à redação dos principais jornais do Recife. O texto, considerado o primeiro manifesto do Mangue Beat, falava de um grupo que vinha realizando eventos musicais na capital pernambucana e nos municípios de Olinda e Jaboatão dos Guararapes. Inspirados na biodiversidade dos manguezais, os jovens que integravam esse movimento pretendiam criar um gênero que unisse elementos da cultura popular com as vibrações sonoras mundiais.
A grande projeção que as bandas Chico Science & Nação Zumbi e Mundo Livre S/A alcançaram, principalmente em meados da década de 1990, além de estimular a formação de novos conjuntos locais, teve forte influência sobre outros segmentos da produção artística pernambucana. Com o passar do tempo, porém, o movimento foi perdendo fôlego, e muitos músicos abandonaram o rótulo Mangue. Mesmo estes, no entanto, reconhecem a importância do papel dos "mangueboys" nos alicerces da cena atual.
Dez anos após o acidente de carro que vitimou Chico Science – notável articulador do movimento –, em fevereiro de 1997, a diversidade cultural introduzida pelo Mangue Beat continua a dar frutos. Basta acompanhar, durante o carnaval, as apresentações no palco do Pólo Mangue do Morro, no centro antigo do Recife, para constatar que ainda há muita gente tirando energia da lama.
Corria o segundo semestre de 1992 quando um release com um título estranho – "Caranguejos com cérebro" – chegou à redação dos principais jornais do Recife. O texto, considerado o primeiro manifesto do Mangue Beat, falava de um grupo que vinha realizando eventos musicais na capital pernambucana e nos municípios de Olinda e Jaboatão dos Guararapes. Inspirados na biodiversidade dos manguezais, os jovens que integravam esse movimento pretendiam criar um gênero que unisse elementos da cultura popular com as vibrações sonoras mundiais.
A grande projeção que as bandas Chico Science & Nação Zumbi e Mundo Livre S/A alcançaram, principalmente em meados da década de 1990, além de estimular a formação de novos conjuntos locais, teve forte influência sobre outros segmentos da produção artística pernambucana. Com o passar do tempo, porém, o movimento foi perdendo fôlego, e muitos músicos abandonaram o rótulo Mangue. Mesmo estes, no entanto, reconhecem a importância do papel dos "mangueboys" nos alicerces da cena atual.
Dez anos após o acidente de carro que vitimou Chico Science – notável articulador do movimento –, em fevereiro de 1997, a diversidade cultural introduzida pelo Mangue Beat continua a dar frutos. Basta acompanhar, durante o carnaval, as apresentações no palco do Pólo Mangue do Morro, no centro antigo do Recife, para constatar que ainda há muita gente tirando energia da lama.
domingo, 3 de junho de 2007
Blackout

Que a máquina quebre!
Que as engrenagens não rodem
Que as correias se soltem
E que o fluído se seque
Que por um dia que seja
Um só...
O gerente-geral não encontre sua planilha
O superintendente esqueça suas senhas
O Coordenador de área esqueça suas chaves
E que o presidente - Este homem mistérioso - fique gripado.
Tomara...
Que ocorram curtos-circuitos
Tantos e em tal profusão
Que os paineis e sinais, sonoros e visuais, indiquem,
frenéticos e histéricos, a um só tempo:
"Problema nos setores A,B e C, nas máquinas A, B e C
E nas redes gerais e específicas A, B e C".
Que a temperatura se eleve!
Se eleve muito e para um nível tal
Que o encarregado, sem opção, tenha que gritar...
"Desliguem as caldeiras, tirem as tomadas e interrompam a energia!"
E que, por fim, o superintendente-geral
Do alto de sua sala, grite...
"Parem a fábrica!
Desliguem TUDO!"
Tomara...
Eis a nossa hora, eis o nosso sinal.
A fábrica quebrou!
É chegada a hora!
Tomara...
ângelo cavalcante
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